Comentários feitos por especialistas brasileiros da PMK Fundraising e Supporter's Club - www.pmk.com.br

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Facebook estréia transmissão ao vivo

(matéria original em http://www.proxxima.com.br/home/social/2015/09/15/Facebook-estreia-transmissao-ao-vivo.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter-Proxxima-diaria&utm_content=noticias_diarias )

Para testar nova ferramenta, Mark Zuckerberg apresentou o escritório da rede social na Califórnia; Facebook terá botão de "não curti"

Facebook estreia transmissão ao vivo
Mark Zuckerberg fez a primeira transmissão ao vivo do Facebook. Anunciada em agosto, a ferramenta Live é direcionada a celebridades, que já receberam a marca de autenticidade, e acirra a disputa da rede social com os aplicativos Periscope e Meerkat.

A nova funcionalidade permite que a gravação ao vivo fique registrada na página dos usuários famosos. Os concorrentes, no entanto, não oferecem essa opção. Enquanto Meerkat remove o vídeo após seu fim, o Periscope, do Twitter, mantém a produção no ar por um dia.

A quantidade de usuários em seus perfis no Facebook também será um diferencial para as celebridades passarem a utilizar a nova ferramenta com frequência.

Na transmissão ao vivo, o CEO da rede social apresentou as instalações da empresa na Califórnia. No vídeo, Zuckerberg disse que o Facebook é adepto da exclusão de barreira entre os profissionais no ambiente corporativo, modelo que difere do tradicionalmente utilizado em escritórios.

Segundo o fundador do Facebook, a escolha é uma estratégia para facilitar o contato e a comunicação entre os funcionários. A sala de reuniões também foi apresentada. Repleto de vidros, o espaço tenta reforçar a política da empresa de transparência.

Um botão para não curtir
Nesta terça-feira, 15, Zuckerberg fez outro anúncio expressivo: o Facebook está trabalhando na criação do botão dislike (em português, “não curti”). O fundador da rede social afirmou, ainda, que em breve começará a versão de testes.

O desenvolvimento do botão gera polêmica porque a opção pode provocar conflitos entre os usuários. Zuckerberg disse que a intenção é demonstrar simpatia quando o assunto da publicação for considerado triste, por exemplo. 

Novas tecnologias mudam substancialmente o modo como se deve fazer Fundraising

Você já conseguiu doações para sua instituição através do WhatsApp? 

Eu já. 

Consegui isso para dois clientes meus e foi um sucesso. 

Agora os outros estão querendo também. 

Quer saber como eu fiz isso? 

Simples. 

Me pergunte pelo WhatsApp que a PMK (www.pmk.com.br) colocou à disposição de todos os seus clientes para enviarem consultas através desse aplicativo. 

Fizemos isso pois aqui nossos clientes são atendidos rapidamente em qualquer dúvida que tenham.

Mas eu vou abrir uma exceção para os curiosos e para os interessados. 

Anotem aí: (11) 98467 8157. 

Eu respondo rápido, desde que você se identifique direitinho, claro. 

Mas essa é uma questão mais importante. 

Há um certo atavismo por parte das Instituições de Terceiro Setor, Ongs, Associações e Clubs Esportivos (ou seja, todos os que utilizam o Fundraising - levantamento de fundos), para adotarem novas tecnologias. 

Os clubes de futebol por exemplo, já com o pé-na-cova muitos deles, gastam fábulas em comerciais de TV convidando pessoas para serem sócios-torcedores. 

Com 10% dessa verba obteriam 90% a mais de resultado, desde que a estratégia seja montada por uma empresa de Fundraising e não por uma agência de publicidade (que em geral não entende nada disso). 

As ONGs, sempre chorando miséria, pensam em usar métodos "baratinhos" de angariação de doações. Baratinhos na cabeça deles, pois acham que usar e-mail não custa nada, fazer um site idem. Logo imaginam "chovendo" dinheiro pelos tubos da Internet.

Mas... quem disse que isso, assim, funciona? 

Fundraising - Levantamento de Fundos - é uma ciência. 

Hoje o Fundraising pode ser feito por diversos canais, como Internet, aplicativos, e-mails, redes sociais, mala direta, telemarketing, enfim, todos esses canais têm algo em comum: a possibilidade de SEGMENTAR, de realizar uma comunicação de NICHO. 

Então, o São Paulo Futebol Club gasta fábulas do tal horário nobre da Globo para o seu programa de sócios torcedores. Num belíssimo comercial assistido por corinthianos, palmeirenses, santistas, flamenguistas, vascaínos e até... sãopaulinos. 

Será que um torcedor de outro clube vai ser sócio do São Paulo? Não sairia mais barato falar só com os sãopaulinos? 

"Mas isso é importante para reforçar a marca", dirá pomposamente algum diretor de marketing, que ainda acrescentará na tentativa de colocar uma pá de cal sobre o assunto: "Nossa criação é feita pela agência Tal, premiada em Cannes". 

E quando ouço isso me dá vontade de perguntar: além do prêmio que ELES ganharam, quanto entrou de dinheiro efetivo na conta corrente de sua associação, instituição ou clube? Quanto? Quanto exatamente? Responda rápido. 

"Bem, eu não tenho os números aqui agora, mas foi bom"... "repercutiu bem"... "saiu até no jornal..." (de 200 mil leitores!), e por aí vão as respostas ultra "precisas" de quem está certo de que valeu a pena a tal campanha. 

Os que são honestos respondem logo: "não rendeu nada!". 

E é isso mesmo. Não rende nada! Ao menos para a Instituição... 

Todos os dias o jornais dão informações de instituições beneficientes que fecham suas portas, reduzem seus serviços, atendem mal a população, por causa da escassez de recursos. 

Notícias de clubes de sucesso que entram em falência, em razão da crise que está assustando os antigos patrocinadores, saem quase todos os dias. Nem primeira, nem segunda, nem terceira divisão, se salvam. 

Então você vai me perguntar: 

- E por que toda essa gente não sai do quadrado, ou da caixa, e pensam seriamente em contratar uma empresa especializada em levantamento de fundos - Fundraising? 

Que saber porque? 

Eu lhe conto, mas para ser discreto, só se você me ligar no WhatsApp da PMK . 

Anote aí se não anotou na primeira vez: (11) 98467 8157.


Conseguir Doações com o Whatsapp?


Você já pensou em conversar com seu doador através do WhatsApp?

Por que não?

Você não fala com ele por carta, por e-mail, por telefone? Então nada mais natural do que utilizar esse aplicativo que está dominando o mercado brasileiro.

No excelente artigo que transcrevemos abaixo, publicado no site da Agência Mestre, é tratado dessa questão voltada para o comércio. Leia-o pensando na sua Instituição, na sua Causa, no seu Movimento e veja que tudo se aplica.


WhatsApp
Olá leitores da Mestre,
O Whatsapp está muito próximo de atingir 1 bilhão de usuários se seguir o crescimento que a própria empresa vem reportando. Nos últimos cinco meses, segundo Jan Koum, co-fundador do WhatsApp, o serviço de mensagens instantâneas ganhou cerca de 100 milhões de utilizadores referente ao demonstrativo anterior, somando um total de mais de 900 milhões de utilizadores.
Crescimento do WhatsApp
Vale ressaltar que o Facebook adquiriu o serviço WhatsApp no começo de 2014 por um valor de US$ 22 bilhões, apesar de ainda não entender ou saber como monetizar os usuários presentes lá. Ou pelo menos é o que achamos. No Brasil, o WhatsApp chegou a afirmar que 8% de sua base é de Brasileiros, fazendo com que este número absoluto chegue próximo de72 milhões!
Para entender a importância do WhatsApp, a pesquisa criada Mobile Time/Opinion Box sobre a utilização de apps móveis no Brasil, perguntou a 1.280 internautas brasileiros que possuem smartphone, se pudesse instalar apenas um aplicativo no seu smartphone, qual escolheria. A resposta foi muito gritante: 53% dos internautas brasileiros escolheriam WhatsApp.
Dada a sua importância e utilização pelos usuários brasileiros, nós precisamos entender como utilizar este canal a nosso favor. E isto já acontece com várias empresas e profissionais.

WhatsApp como peça de comunicação B2C

A maior sinalização do Facebook é que o WhatsApp é uma ferramenta muito interessante para comunicação B2C pela sua velocidade e, segundo o próprio FB, o futuro será baseado em voz. Nós já estamos utilizando muito aqui no Brasil a comunicação por mensagem e voz (gravação e chamada) do WhatsApp de formas diferentes com várias empresas, principalmente as menores, as quais precisam estar nos canais que sua audiência está.
Um exemplo simples foi o que minha esposa me disse nesta última semana. Ela comentou comigo que estava adorando uma marca pois havia visto o perfil do Instagram daquela marca e marcou sua irmão e amigas. Pouco tempo depois a marca respondeu a elas sugerindo que a adicionassem no WhatsApp para tirar dúvidas. Pronto, estava aí um canal aberto com a empresa. E lógico, falando de moda e mulheres, minha esposa foi lá, adicionou e fez um pedido via WhatsApp! Sem qualquer método de checkout seguro ou consulta no ReclameAqui, ela fechou uma compra baseada na presença social do Instagram e na comunicação via WhatsApp. O atendimento foi totalmente personalizado e é isto o que está fazendo a diferença para as pequenas empresas, o atendimento e a velocidade.
Imagine o que aconteceria se o WhatsApp permitir o envio de dinheiro através da sua App? Isto não é tão impossível nos dias de hoje…

Mas o que um E-Commerce pode fazer?

Na última vez que encontrei com um amigo empresário, o Marcelo Ostia, doCamisetasDahora.com, notei que ele passa vários momentos do dia no celular, especialmente no WhatsApp respondendo seus clientes. Achei fantástico os momentos em que vi sua interação e fiz uma entrevista com ele sobre o que utiliza e como faz seu atendimento.
Para explicar melhor, o Marcelo é dono de uma rede de microfranquias de camisetas online para todo o Brasil. Ele entende que as melhores estratégias para prospecção de novos clientes (franqueados) são os emails e principalmente o WhatsApp. Segundo ele, para produtos com ticket alto, o WhatsApp é a ferramenta que melhor humaniza o atendimento e acelera o processo de tomada de decisão da pessoa finalizar a compra. Assim ele possui algumas estratégias muito legais de atendimento, veja só:

Personalização

Em seus atendimentos, o Marcelo Ostia, menciona que sempre que possível chama a pessoa pelo nome, pois isto inclui ela realmente na conversa e mostra que ele não é um robô, simplesmente jogando qualquer mensagem.

Velocidade

O tempo de resposta não pode passar de 12 horas, onde ele organiza seu tempo para responder duas vezes ao dia, totalizando 1 hora e 30 minutos apenas para atendimento. Ao meu ver, este tempo, poucos empresários ou donos de negócio investem na comunicação com seus clientes e só fortaleza que a velocidade e atenção, como foi no caso onde relatei sobre minha esposa, fazem com que o cliente compre realmente.

Atendimento

Com um volume grande de contatos, ele sempre organiza por data de entrada e faz uma ordem sequencial de atendimento. São entre 30 a 80 pessoas atendidas por dia e por isto é fundamental ter organização e respeitar a fila de chegada dos atendimentos, garantindo que todos recebam suas respostas.

Continuidade

A fim de sanar todas as dúvidas do interessado pelo negócio, ainda existe em 15 dias um evento online para reunir as pessoas com dúvidas sobre o processo de franquias, a qual a pessoa é convidada. Isto faz com que, além do atendimento, a pessoa possa pensar e refletir bem sobre seu negócio.

Atender via Whatsapp sim ou não?

Você deve estar com esta pergunta na sua cabeça há alguns meses ou então ficou agora. Não vejo muito como “escapar” desta tendência, uma vez que o público de qualquer empresa está provavelmente, dentro do WhatsApp. Assim, a dúvida precisa ser mais em “como atender” do que “se devo anteder”.
Para auxiliar ainda mais, preciso explicar que por enquanto, a melhor forma de atendimento ainda é utilizando o App do smartphone, apesar de existir a versão web do aplicativo. Como médio/pequeno empreendedor direcionar um telefone/chip para este atendimento é crucial, pois você nunca deve utilizar o seu número pessoal para tal função. É possível entender o Whatsapp como um Facebook ou Twitter, onde pessoas vão interagir, mas precisa-se de uma velocidade na resposta.
Obviamente, é preciso definir alguns limites neste atendimento, como por exemplo definir claramente seus horários de atendimento. Em seguida, se múltiplas pessoas forem atender aquele canal, você precisa padronizar um pouco a forma de comunicação, criando uma linguagem da própria empresa (evite comunicações engessadas e padronizadas).

Não faça SPAM

Apesar de ser um canal muito forte, não cometa o erro de fazer como o mercado de SMS, que existem múltiplos serviços de spam. A pesquisa a pesquisa da Mobile Time/Opinion Box apontou que 39% dos usuários receberam algum tipo de spam via Whatsapp e este não é o caminho. Este é um número que deve crescer, pois de acordo com a primeira Pesquisa Nacional do Varejo Online, 18% dos empreendedores já usam o Whatsapp como um canal de relacionamento com seus clientes.
Como ressaltei nos pontos anteriores, a utilização do Whatsapp é bem válida para tirar dúvidas, receber pedidos/sugestões e reclamações. O melhor caminho é criar um número de telefone exclusivo e convidar os clientes a adicioná-lo. Outro ponto é, com esta autorização do cliente, oferecer a opção de acompanhamento de status do pedido, como por exemplo o número de rastreio ou onde está naquele momento e, após a entrega, solicitar um retorno do cliente sobre o produto e o atendimento feito.
Desta forma, resista a tentação de comprar um serviço que irá enviar mensagens para inúmeros usuários do WhatsApp. Não faça isto mesmo.

Botões de Compartilhamento

Além de mencionar em suas páginas o número do seu WhatsApp, é fundamental que você adicione os botões de compartilhamento para o WhatsApp, pois como apontei anteriormente, o número de usuários presentes na rede social é gigantesca. A forma mais comum é a adição de botões ou plugins que gerem algo como isto:
Botão do WhatsApp
O detalhe aqui é conferir se os botões inseridos pelo plugin ou manualmente estão tagueados da forma correta. E aqui entram os nossos conceitos básicos de Web Analytics, solicitando que cada botão seja tagueado perfeitamente.
Este pedido acontece, pois se você não taguear corretamente, ao compartilhar um link por WhatsApp, por exemplo, a visita de quem clicar naquele link será contabilizado como tráfego direto e não como oriundo de Social e mais especificamente, do WhatsApp.
Então, cada botão social, precisa ao menos estar com as tags:
http://www.agenciamestre.com/?utm_source=whatsapp&utm_medium=referral&utm_campaign=share-button
Particularmente, acho interessante colocar o &utm_campaign=share-button para identificar que é através do botão que ganhamos aquela visitação.

Conclusões

Vale ressaltar que o WhatsApp já é uma forma de comunicação utilizada entre as pessoas no Brasil e vem ganhando espaço como forma de comunicação de empresas com seus clientes. Existem várias recomendações para começar a atuar neste mercado, sempre lembrando que você está atuando com pessoas, precisando ser sempre natural e atencioso.
Minha recomendação final é: aproveite a onda, surfe-a e desfrute dos benefícios que este canal pode lhe fornecer.

Agora no Periscope

Aviso aos amigos que acompanham este blog. A partir desta semana estaremos fazendo transmissões ao vivo no Periscope.

Serão transmissões curtas e tratando de aspectos concretos de fundraising. Os vídeos no Periscope ficam disponíveis apenas por 24 horas. Ou seja, se você não puder assistir ao vivo, poderá assistir ao replay durante 24 horas após a transmissão.

Como ficar sabendo das transmissões?

1. Você precisa instalar em seu smartphone o aplicativo Periscope.

2. Ir em Buscar e procurar o perfil do presidente da PMK, Odair Gutirres: @ocgutirres e clicar em SEGUIR.

3. Deixe configurado para que seu aplicativo lhe avise quando uma transmissão ao vivo estiver começando. Se naquele momento você não puder acompanhar, saiba que poderá rever o video até 24 horas depois.

Se você estiver num smartphone Android, faça download do apllicativo aqui.

Caso utilize um iPhone, o aplicativo será encontrado clicando aqui.

"Não consigo doações pela Internet"


Sua instituição tem um site, tem uma pagina de doações, mas... não entra quase nada por esse meio?

Veja se você não está cometendo alguns erros banais.


 
Quer saber mais?

Fale comigo ou com um Consultor da PMK
pelo WhatsApp: (11) 98467-8157 

É simples, é rápido, é prático, é GRÁTIS.

A verdade sobre a Doação On-line


Uma página de doação on-line bem concebida pode fazer toda a diferença entre o fracasso e o sucesso de suas campanhas de levantamento de fundos pela Internet. 

Criar uma página eficaz de doação on-line pode ser uma tarefa muito complicada se você não souber praticar "empatia" com o seu doador internauta. 

Imagine que você é um doador que acabou de receber um dos melhores apelos de levantamento de fundos do mundo, de uma causa que te emociona, que você sempre quis ajudar. 

Com lágrimas nos olhos, fogo no coração e o cartão de crédito na mão, você clica em um link "DOAR" e... 

...você é levado para um carrinho de compras ou para uma página de login, com poucas instruções ou informações escassas caso você tenha alguma dúvida. 

Qual seria sua reação? 

a) você consegue fazer uma doação após vários minutos de tentativa e erro; 

b) você copia o endereço da instituição no site e resolve enviar pelo correio um cheque no valor da doação; 

c) você guarda o cartão de crédito e pensa: "isso é importante, depois eu vou voltar e olhar com calma".

Todos os doadores mais dedicados vão escolher a opção "c". 

Eles querem apoiá-lo, mas não têm o tempo, a paciência, ou a prática on-line para descobrir como. 

Veja se não está acontecendo isso com suas campanhas pela Internet. 

Experimente você mesmo doar, ou peça para algum conhecido tentar fazer a doação, de preferência navegando na sua frente e... vai se surpreender como é difícil completar o que você imagina que é tão simples. 

Essa é a grande verdade que ninguém está disposto a enfrentar quando fracassa em seus pedidos de doação on-line.

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Por que você não consegue doações pela Internet?


A sua página de doação foi concebida e construída para facilitar as doações online? 

Ela é convidativa para a pessoa doar muito e sempre? 

Em 2013, organizações sem fins lucrativos dos EUA arrecadaram mais de 20 bilhões de dólares on-line. 

Isso é uma bela montanha de dinheiro.

Uma pesquisa revelou que a maioria dos doadores decidiram por aquelas instituições que os ajudavam a doar, tornando o processo de doação muito simples e fácil. 

Então, analise sua página de doação. 

Se o que dissemos acima for verdade para o Brasil, é possível que você esteja perdendo fábulas de doações simplesmente porque... não é fácil doar em seu site. 

Pode ser que atuando apenas no sentido de facilitar a doação on-line você consiga arrecadar alguns milhares de donativos a mais a cada ano. 

Sua organização poderia ter muito mais doações! 

Mas quem concebeu sua página? 

Um especialista em navegabilidade junto com um fundraiser ou um web designer que privilegia a estética e a beleza de seu site? 

Por que será tão difícil doar nos sites das entidades caritativas? 

Experimente fazê-lo agora, em algumas... é quase impossível. 

A realidade é que a maioria dos fundraisers ainda não estão atualizados na comunicação on-line para levantamento de fundos. 

Não conhecem as ferramentas que facilitam as doações, que geram segurança para o doador; não sabem pedir e, sobretudo não sabem estabelecer um diálogo que gere confiança. 

Acham que basta colocar lá um botão "Doe Agora". 

Vamos procurar ao longo desse ano falar das técnicas que produzem "landing pages" vitoriosas em matéria de doação. Vamos falar do que impede seu simpatizante de doar, o que facilita, o mau efeito de uma página que não passa a confiança, de algo profissional.

E as páginas que são uma verdadeira charada para o doador. Pois elas foram concebidas por algum burocrata de sua organização ou alguém que acha que todo mundo deve saber o que ele já sabe.

Enquanto isso, vai analisando sua página de doação. Você já tentou doar? 

Veja se é fácil.
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Dúvida cruel: como fazer publicidade mobile? E Fundraising???


Quando os celulares começaram a funcionar em 1973, o protótipo utilizado tinha uma bateria que durava menos de 30 minutos e levava 10 horas para recarregá-la.

Hoje, 40 anos depois, o celular tornou-se um item de necessidade e, quando andamos nas ruas, o que mais se vê é gente que carrega seu fiel companheiro para lá e para cá, seja para trabalhar, conversar com amigos, navegar pela internet, conectar-se a redes sociais, fazer compras, ou até mesmo... fazer uma doação à sua instituição!

O celular tornou-se o principal meio de comunicação e mídia para muitas pessoas e, cada vez mais, tem um papel de destaque nas vidas dos consumidores de países em desenvolvimento ou com economia já plenamente aquecida.

Portanto é impensável hoje em dia qualquer agência de comunicação digital não considerar o uso de aparelhos mobile (celulares, tablets, i-pads, etc) em suas campanhas. 

O mesmo deve fazer as agências de fundraising. Afinal, todos os meios de comunicação são importantes para você falar de sua causa, de sua instituição. E pedir dinheiro para ela.

Com a franca expansão e mudanças tecnológicas a cada segundo, é primordial estudar o comportamento dos seus prospects ao utilizar estes dispositivos antes de traçar a estratégia de sua campanha.

Não vá apenas pela "onda". Ou achando que você vai inventar algo que ninguém inventou ainda ou... conseguir fábulas de doações sem gastar nada, utilizando mídias baratas, "grátis", etc. Cuidado.

Portanto compartilhamos aqui um estudo muito interessante publicado pela Nielsen em fevereiro de 2013, intitulado: O Consumidor Mobile – retrato global.

Destacamos abaixo alguns pontos deste Estudo que poderão clarear mais suas ideias sobre o comportamento mobile antes de conceber estratégias online para Campanhas de Fundraising:

1)      Quantos de nós usam celulares?

No Brasil, 84% das pessoas tem celular. E, destas, 48% possuem mais de 1 aparelho!




2)      Quem compra/doa pelo celular?

A compra mobile ainda está começando na maioria dos países do mundo. Dos países entrevistados nesta pesquisa - Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Índia, Itália, Rússia, Reino Unido e Turquia - apenas os usuários americanos realizam compra pelo celular uma vez ao mês.

No entanto, a maioria das pessoas entrevistadas usam o celular para navegar, pesquisar preços, boas oportunidades, a qualquer hora, em qualquer lugar, para depois realizar a compra por desktop.

Ou seja: o celular participa sim do processo de decisão de compra/doação. Por isso é importante pensar nele na hora de criar sua campanha.









3)      O que fazemos com nossos celulares?

No Brasil, a maioria das pessoas usa seus telefones para: enviar SMS e navegar nas Redes Sociais. Fazer compras ainda é uma opção de apenas 17% dos usuários.

Mesmo assim devemos considerar a grande capacidade de viralização de campanhas que o celular permite no Brasil, com compartilhamento de conteúdos em larga escala entre seus usuários.


  









4)      Quais aplicativos usamos?

De novo, no Brasil os aplicativos campeões são os das Redes Sociais. Mesmo assim, outro tipo, os Games, também estão em alta e são utilizados por 68% dos brasileiros entrevistados pela pesquisa.  Apenas 26% utilizam aplicativos que permitem realizar compras. Mesmo assim, não quer dizer que a totalidade deles efetivamente realizam compras.


5)      Que tipo de publicidade os usuários de celulares recebem?

Entre todos os países participantes da pesquisa, a grande maioria não viu nenhum anúncio publicitário quando usava o telefone. 

Apenas os entrevistados americanos viram anúncios em 100% dos entrevistados. Aqui estamos diante de um caso clássico de comportamento coletivo. Atenção.

Dos que viram, a maioria recebeu publicidade mobile através de aplicativos e navegando pela Internet.

No Brasil, o maior meio de se enviar anúncios por telefone continua sendo SMS – um indicativo de que muitos brasileiros ainda não possuem celulares com acesso à Internet.

Entretanto, ainda não se dispõe de dados concretos sobre a efetividade do SMS para a realização de compras e/ou doações.


6)  Como os usuários de smartphone se sentem com publicidades mobile?

A maioria dos entrevistados responderam que não tinham problemas em receber publicidade mobile, contanto que isso significasse acesso à conteúdo gratuito.

Além disso, muitos responderam que ficariam mais inclinados a clicar em um anúncio que não os levasse para uma página fora do aplicativo que estivessem usando.

Ou seja, pense bem em suas "landing pages". Elas precisam identificar se a pessoa está acessando do smartphone e você precisa ter sempre uma versão mobile de sua LP se quiser ter alguma resposta ou resultado.



 

Esperamos que estas dicas tenham aberto ainda mais seus horizontes. Se quiser, deixe seu comentário abaixo e fale de suas experiências com publicidade mobile.  

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Podcast: Como Ser um Sucesso nas Redes Sociais e Levantar Fundos para sua Instituição?


"Tal entidade conseguiu fábulas num perfil do Facebook".

"Eu vi uma Campanha que explodiu nas Redes Sociais e gerou muitos compartilhamentos".

"Eu quero uma campanha inteiramente online, nas Redes Sociais, e que renda muito por um custo baixo".

Essas são algumas frases extraídas das inúmeras reuniões que tenho feito com Instituições do Terceiro Setor, que se encontram em grave situação de risco financeiro e precisam, urgentemente, levantar fundos. Mas... não têm dinheiro algum para investir e comunicação de fundraising. 

E a tentação... é pensar em alguma solução milagrosa: as Redes Sociais. 

No podcast abaixo, eu comento essa questão e transmito aquilo que nós, aqui da PMK, já estamos descobrindo através de inúmeros testes que realizamos nessa matéria.

Ouça com atenção, e avalie tudo o que você está fazendo na Internet.




Vamos debater o assunto? 
Deixe abaixo o seu comentário.

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Os "horários nobres" das Redes Sociais


Quem trabalha com Comunicação precisa dominar essa questão. Quem trabalha com Fundraising utilizando essas mídias, além de conhecer esses "horários nobres", precisam entender o que as pessoas esperam encontrar neles, o que necessariamente não serão informações sobre filantropia, causas, como doar, etc.  Daí a pergunta: como tirar maior proveito dos "horários nobres".

Estudo mostra dias e horários de mais movimento no Facebook, Twitter e Instagram 

O Scup, ferramenta de monitoramento, gestão e análise de mídias sociais, avaliou os períodos de maior movimento nas redes sociais. 

O estudo "Horários Nobres das Redes Sociais", que já está em sua quarta edição, mostra os horários e dias da semana com mais postagens no Facebook, Twitter e, pela primeira vez, no Instagram. 

Para realizar a pesquisa, o Scup analisou mais de 86 milhões de posts e comentários coletados pela ferramenta em 2013. O Twitter foi a rede social com maior participação (57,2%), seguida pelo Facebook (40,9%) e Instagram (1,9%). 

Se as informações reveladas pelo estudo mostram que a conquista da atenção dos usuários nesses canais é um desafio para as empresas, pense no caso de organizações sem fins lucrativos... É preciso muita atenção. 

"Cada vez mais, as agências e empresas precisam conhecer o seu público nas redes sociais, para direcionar o conteúdo certo, na rede certa e no horário com mais impacto. Por esse motivo, é importante ter mapeado com quem você quer interagir e quais são os seus hábitos e costumes nas redes sociais", diz Diego Monteiro, co-fundador do Scup. 

Nos dias da semana, usuários do Twitter e Facebook mostram um comportamento semelhante, com um crescimento no número de postagens começando na segunda-feira, atingindo seu ápice às quartas e quinta-feira, e registrando uma queda brusca aos finais de semana. 

Já no Instagram, os usuários preferem postar aos finais de semana. 

Às quintas feiras, os usuários do Facebook tem um feed de notícias mais agitado, representando quase 16% do total de posts monitorados da rede social. 

Durante a semana, há um padrão de horários com mais publicações no Facebook. 

Os horários pré almoço, das 11h às 12h, e pré saída do trabalho, das 16h às 17h, são os momentos em que os usuários mais entram na maior rede social do mundo. 

Terça, quarta e quinta são os dia preferidos para tuitar. 

O Horários Nobres - 3ª edição já mostrava que os dias no meio da semana eram os mais usados para compartilhar conteúdos no Twitter. O padrão se manteve nesta edição, com um pico de posts nas terças-feiras a noite. A quantidade de tweets começa a ter um número expressivo a partir das 11h e mantém o padrão médio durante o resto do dia. Esse número só aumenta nas terças-feiras, das 22h às 23h. 

No Instagram os usuários costumam publicar suas fotos nos finais de semana. Aproximadamente 32% das publicações são feitas no sábado e no domingo. 

Durante a semana, os usuários do Instagram mostram-se mais noturnos, o número de publicações costuma cresce a partir das 17h. O período da tarde e da manhã são menos movimentados na rede social de fotos. Também existe postagem depois do expediente. 

O número de postagens nas 3 redes sociais continua alto na volta pra casa, entre 17h e 20h. 

Isso pode ser explicado pelo uso das redes sociais pelos dispositivos móveis. (fonte das informações: Adnews)

Agora, você que é responsável por uma estratégia de Fundraising em Rede Social, leva isso tudo em consideração?  Ou você trabalha na base do "quanto mais melhor" ou com o termômetro do "egômetro" quando se trata de colocar em foco algum diretor da organização?

O importante é testar, testar, testar e... concluir estratégicamente: você quer aparecer ou quer levantar fundos?