Comentários feitos por especialistas brasileiros da PMK Fundraising e Supporter's Club - www.pmk.com.br

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Novas tecnologias mudam substancialmente o modo como se deve fazer Fundraising

Você já conseguiu doações para sua instituição através do WhatsApp? 

Eu já. 

Consegui isso para dois clientes meus e foi um sucesso. 

Agora os outros estão querendo também. 

Quer saber como eu fiz isso? 

Simples. 

Me pergunte pelo WhatsApp que a PMK (www.pmk.com.br) colocou à disposição de todos os seus clientes para enviarem consultas através desse aplicativo. 

Fizemos isso pois aqui nossos clientes são atendidos rapidamente em qualquer dúvida que tenham.

Mas eu vou abrir uma exceção para os curiosos e para os interessados. 

Anotem aí: (11) 98467 8157. 

Eu respondo rápido, desde que você se identifique direitinho, claro. 

Mas essa é uma questão mais importante. 

Há um certo atavismo por parte das Instituições de Terceiro Setor, Ongs, Associações e Clubs Esportivos (ou seja, todos os que utilizam o Fundraising - levantamento de fundos), para adotarem novas tecnologias. 

Os clubes de futebol por exemplo, já com o pé-na-cova muitos deles, gastam fábulas em comerciais de TV convidando pessoas para serem sócios-torcedores. 

Com 10% dessa verba obteriam 90% a mais de resultado, desde que a estratégia seja montada por uma empresa de Fundraising e não por uma agência de publicidade (que em geral não entende nada disso). 

As ONGs, sempre chorando miséria, pensam em usar métodos "baratinhos" de angariação de doações. Baratinhos na cabeça deles, pois acham que usar e-mail não custa nada, fazer um site idem. Logo imaginam "chovendo" dinheiro pelos tubos da Internet.

Mas... quem disse que isso, assim, funciona? 

Fundraising - Levantamento de Fundos - é uma ciência. 

Hoje o Fundraising pode ser feito por diversos canais, como Internet, aplicativos, e-mails, redes sociais, mala direta, telemarketing, enfim, todos esses canais têm algo em comum: a possibilidade de SEGMENTAR, de realizar uma comunicação de NICHO. 

Então, o São Paulo Futebol Club gasta fábulas do tal horário nobre da Globo para o seu programa de sócios torcedores. Num belíssimo comercial assistido por corinthianos, palmeirenses, santistas, flamenguistas, vascaínos e até... sãopaulinos. 

Será que um torcedor de outro clube vai ser sócio do São Paulo? Não sairia mais barato falar só com os sãopaulinos? 

"Mas isso é importante para reforçar a marca", dirá pomposamente algum diretor de marketing, que ainda acrescentará na tentativa de colocar uma pá de cal sobre o assunto: "Nossa criação é feita pela agência Tal, premiada em Cannes". 

E quando ouço isso me dá vontade de perguntar: além do prêmio que ELES ganharam, quanto entrou de dinheiro efetivo na conta corrente de sua associação, instituição ou clube? Quanto? Quanto exatamente? Responda rápido. 

"Bem, eu não tenho os números aqui agora, mas foi bom"... "repercutiu bem"... "saiu até no jornal..." (de 200 mil leitores!), e por aí vão as respostas ultra "precisas" de quem está certo de que valeu a pena a tal campanha. 

Os que são honestos respondem logo: "não rendeu nada!". 

E é isso mesmo. Não rende nada! Ao menos para a Instituição... 

Todos os dias o jornais dão informações de instituições beneficientes que fecham suas portas, reduzem seus serviços, atendem mal a população, por causa da escassez de recursos. 

Notícias de clubes de sucesso que entram em falência, em razão da crise que está assustando os antigos patrocinadores, saem quase todos os dias. Nem primeira, nem segunda, nem terceira divisão, se salvam. 

Então você vai me perguntar: 

- E por que toda essa gente não sai do quadrado, ou da caixa, e pensam seriamente em contratar uma empresa especializada em levantamento de fundos - Fundraising? 

Que saber porque? 

Eu lhe conto, mas para ser discreto, só se você me ligar no WhatsApp da PMK . 

Anote aí se não anotou na primeira vez: (11) 98467 8157.


Redes Sociais e Fundraising: Você está trabalhando direito?


O Centro de Pesquisa Pew atualizou recentemente seu Relatório de Mídia Social. 

Aqui estão alguns destaques: 

- Facebook ainda reina supremo. Ele mostra, sem nenhuma surpresa que 71% de todos os adultos online estão no Facebook, e que 70% dos usuários entram no site diariamente. 

- Mais pessoas idosas começam a adotar as redes sociais, mas a grossa maioria o fazem com o Facebook. 

- Dos adultos maiores de 65 anos, 56% usam o Facebook, o que equivale a 31% de todos os idosos. 

- Todas as redes existentes no relatório registraram saltos significativos no número de usuários com mais de 65 anos.

- Plataformas visuais continuam a emergir como principais redes, especialmente entre os usuários mais jovens. Mais da metade dos jovens (entre 18-29) utilizam o Instagram. Quase metade de todos os usuários do Instagram acessam o site diariamente. 




Você pode fazer o download do relatório completo no site da Pew. 


Então, o que isso significa para os seus planos de fundraising?

1. Conheça o seu público. 

Reflita sobre o público que você está tentando acessar e entenda onde eles estão gastando seu tempo. Se o seu objetivo é ativar Boomers, avalie o seu alcance no Facebook e crie conteúdos que agradem seu senso de identidade e necessidade de transparência. Se você está procurando adeptos mais jovens para mobilizar adeptos, pense em formas de documentar o seu trabalho com fotos  e impactá-los via Instagram. 

2. Resista à tentação de estar em toda parte. 

Os pesquisadores do Pew descobriram que 52% dos adultos online usam vários sites de mídia social, que houve um aumento a partir de 2013. Para a maioria das organizações sem fins lucrativos, no entanto, provavelmente não é aconselhável pulverizar seu esforço criando vários pontos de contato.

Sua melhor aposta, especialmente se você ainda está começando a sua estratégia de mídia social, é concentrar-se no engajamento de qualidade em uma plataforma. Medir seus resultados e manter um olho sobre as outras redes que estão se expandindo. Lembre-se: seus esforços sociais precisam reforçar seus esforços de marketing em outros canais. 

3. Seja realista sobre seus objetivos nas redes sociais. 

Embora se saiba que os doadores todos estão envolvidos em redes sociais, a maioria das doações nos EUA estão chegando por outros canais on-line. Portanto, focalize o uso das redes sociais como uma plataforma de relacionamento, de escuta e engajamento. Não espere que o Facebook e o Twitter vão se tornar uma máquina mágica de angariar fundos. Pense nas redes sociais como uma ferramenta para compreender o que interessa a seus simpatizantes e use seu alcance para desenvolver relações com eles. 

4. Meça cuidadosamente o seu ROI. 

Embora o Facebook seja o site de mídia social mais utilizado pelos usuários engajados, tenha em mente que está cada vez se tornando mais difícil aparecer no meio de tanto ruído (sem contar o algorítmo do Facebook) e atingir plenamente o seu público através da plataforma. No blog Care2, Allyson Kapin comentou recentemente que é cada vez mais difícil ver um retorno de publicidade do Facebook. 

Mesmo se você não estiver pagando publicidade de mídia social, pese muito bem a relação custo/benefício. A sua equipe pode estar gastando mais esforço em mídia social do que o resultado obtido para seus objetivos. 

Para tirar o máximo proveito social, você precisa comprometer-se a publicar conteúdo de qualidade e de gastar tempo na construção de sua presença e nas relações que resultam. 

A mídia social está em sua lista de prioridades 2015? 

Compartilhe seus pensamentos abaixo e deixe-nos saber como você está utilizando Facebook, Twitter, e outros em sua estratégia de fundraising.

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Mídia Social: Devo Pensar Nisso em Minha Estratégia de Fundraising?


Você pensa em "atacar" as mídias sociais este ano, em sua estratégia de fundraising? 

Aqui estão 10 estatísticas interessantes sobre mídias sociais que podem ajudar você a decidir como gastar o seu tempo. 

- 73% dos adultos americanos online agora usam sites de redes sociais. Fonte: Pew Tweet este

- Cerca de um terço da população do mundo está agora online. Fonte: We Are Sociais Tweet este . 

- 68% dos usuários de Instagram são mulheres. Fonte: Business Insider Tweet este.

- 50% dos comunicadores sem fins lucrativos rotulam as mídias sociais como uma "muito importante" ferramenta de comunicação. Fonte: Guia de Marketing Nonprofit Tweet este

- Tweets com imagens recebem 18% mais cliques e 150% mais retweets. Fonte: Tampão Tweet este

- 71% dos norte-americanos adultos on-line são agora os usuários do Facebook. Fonte: Pew Tweet este

- 55% que se envolveram com causas através das mídias sociais se sentem motivados a ajudar novas iniciativas. Fonte: Waggener Edstrom Tweet este 

- Nos EUA, os usuários gastam 114 bilhões de minutos por mês no Facebook. Fonte: Business Insider Tweet este

- 70% do tráfego do YouTube vem de fora os EUA. Fonte: 9Clouds Tweet este

- 40% dos usuários do Facebook pesquisados ​​dizem que fazem login para a rede social várias vezes por dia. Fonte: Pew Tweet este 


Então? 

Precisa de alguma ajuda para pensar em como aproveitar a mídia social para a estratégia de levantamento de fundos para sua organização?  

Comece por aqui.


Facebook lança botão para doações a instituições de combate ao Ebola

REUTERS

A rede social Facebook disse que os usuários têm agora a opção de doar diretamente para instituições de combate ao vírus Ebola por meio de um botão no topo de seu feed de notícias. 


Os usuários do Facebook podem doar para três instituições de caridade --International Medical Corps, Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, e Save the Children-- a partir desta quinta-feira, informou a companhia em seu site. 

A rede social também está doando 100 terminais para prover Internet e acesso a serviço de voz via Internet para ajuda humanitária nas áreas atingidas pelo Ebola, como Guiné, Libéria e Serra Leoa. 

O presidente-executivo Mark Zuckerberg disse em outubro que ele e sua mulher doariam 25 milhões de dólares para a Fundação Centro de Controle de Doenças para combater o Ebola. 

O surto de Ebola resultou em aproximadamente 5 mil mortes na África Ocidental e nove casos tratados nos Estados Unidos desde agosto. (Por Anya George Tharakan em Bangalore)

Você Pode Ajudar uma Instituição Sem Gastar um Tostão?


É cada vez mais grave a situação das Instituições Filantrópicas que vivem exclusivamente de doações.

O Governo se omite, as Empresas fogem... e todos os meses muitas contas para pagar, muita gente esperando para ser atendida.

Tem dois jeitos de você ajudar: 

1) dando o peixe (e aí precisa fazer uma doação efetiva);

ou

2) ensinando a pescar !

Quando você ensina a pescar você faz mais do que uma simples doação. Você ajuda uma determinada instituição a montar seu serviço de levantamento de fundos de forma profissional, estável, gerando contribuições generosas e regulares.

Esse é o objetivo deste site: falar de fundraising (levantamento de fundos). Compartilhar com todos técnicas vencedoras conquista de doadores que podem ajudar a decolar os projetos parados de sua instituição.

Então, se você conhece alguma Instituição filantrópica que precisa de doações, indique este site para eles começarem a aprender a "pescar".

Recomende que façam uma assinatura para obter todas as atualizações. 

Espalhe nosso endereço pelas Redes Sociais, especialmente entre entidades do Terceiro Setor.

Ou compartilhe, utilizando um dos ícones abaixo.


Podcast: Como Ser um Sucesso nas Redes Sociais e Levantar Fundos para sua Instituição?


"Tal entidade conseguiu fábulas num perfil do Facebook".

"Eu vi uma Campanha que explodiu nas Redes Sociais e gerou muitos compartilhamentos".

"Eu quero uma campanha inteiramente online, nas Redes Sociais, e que renda muito por um custo baixo".

Essas são algumas frases extraídas das inúmeras reuniões que tenho feito com Instituições do Terceiro Setor, que se encontram em grave situação de risco financeiro e precisam, urgentemente, levantar fundos. Mas... não têm dinheiro algum para investir e comunicação de fundraising. 

E a tentação... é pensar em alguma solução milagrosa: as Redes Sociais. 

No podcast abaixo, eu comento essa questão e transmito aquilo que nós, aqui da PMK, já estamos descobrindo através de inúmeros testes que realizamos nessa matéria.

Ouça com atenção, e avalie tudo o que você está fazendo na Internet.




Vamos debater o assunto? 
Deixe abaixo o seu comentário.

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Os "horários nobres" das Redes Sociais


Quem trabalha com Comunicação precisa dominar essa questão. Quem trabalha com Fundraising utilizando essas mídias, além de conhecer esses "horários nobres", precisam entender o que as pessoas esperam encontrar neles, o que necessariamente não serão informações sobre filantropia, causas, como doar, etc.  Daí a pergunta: como tirar maior proveito dos "horários nobres".

Estudo mostra dias e horários de mais movimento no Facebook, Twitter e Instagram 

O Scup, ferramenta de monitoramento, gestão e análise de mídias sociais, avaliou os períodos de maior movimento nas redes sociais. 

O estudo "Horários Nobres das Redes Sociais", que já está em sua quarta edição, mostra os horários e dias da semana com mais postagens no Facebook, Twitter e, pela primeira vez, no Instagram. 

Para realizar a pesquisa, o Scup analisou mais de 86 milhões de posts e comentários coletados pela ferramenta em 2013. O Twitter foi a rede social com maior participação (57,2%), seguida pelo Facebook (40,9%) e Instagram (1,9%). 

Se as informações reveladas pelo estudo mostram que a conquista da atenção dos usuários nesses canais é um desafio para as empresas, pense no caso de organizações sem fins lucrativos... É preciso muita atenção. 

"Cada vez mais, as agências e empresas precisam conhecer o seu público nas redes sociais, para direcionar o conteúdo certo, na rede certa e no horário com mais impacto. Por esse motivo, é importante ter mapeado com quem você quer interagir e quais são os seus hábitos e costumes nas redes sociais", diz Diego Monteiro, co-fundador do Scup. 

Nos dias da semana, usuários do Twitter e Facebook mostram um comportamento semelhante, com um crescimento no número de postagens começando na segunda-feira, atingindo seu ápice às quartas e quinta-feira, e registrando uma queda brusca aos finais de semana. 

Já no Instagram, os usuários preferem postar aos finais de semana. 

Às quintas feiras, os usuários do Facebook tem um feed de notícias mais agitado, representando quase 16% do total de posts monitorados da rede social. 

Durante a semana, há um padrão de horários com mais publicações no Facebook. 

Os horários pré almoço, das 11h às 12h, e pré saída do trabalho, das 16h às 17h, são os momentos em que os usuários mais entram na maior rede social do mundo. 

Terça, quarta e quinta são os dia preferidos para tuitar. 

O Horários Nobres - 3ª edição já mostrava que os dias no meio da semana eram os mais usados para compartilhar conteúdos no Twitter. O padrão se manteve nesta edição, com um pico de posts nas terças-feiras a noite. A quantidade de tweets começa a ter um número expressivo a partir das 11h e mantém o padrão médio durante o resto do dia. Esse número só aumenta nas terças-feiras, das 22h às 23h. 

No Instagram os usuários costumam publicar suas fotos nos finais de semana. Aproximadamente 32% das publicações são feitas no sábado e no domingo. 

Durante a semana, os usuários do Instagram mostram-se mais noturnos, o número de publicações costuma cresce a partir das 17h. O período da tarde e da manhã são menos movimentados na rede social de fotos. Também existe postagem depois do expediente. 

O número de postagens nas 3 redes sociais continua alto na volta pra casa, entre 17h e 20h. 

Isso pode ser explicado pelo uso das redes sociais pelos dispositivos móveis. (fonte das informações: Adnews)

Agora, você que é responsável por uma estratégia de Fundraising em Rede Social, leva isso tudo em consideração?  Ou você trabalha na base do "quanto mais melhor" ou com o termômetro do "egômetro" quando se trata de colocar em foco algum diretor da organização?

O importante é testar, testar, testar e... concluir estratégicamente: você quer aparecer ou quer levantar fundos?