Comentários feitos por especialistas brasileiros da PMK Fundraising e Supporter's Club - www.pmk.com.br

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4 dicas para um pedido de doação poderoso


Na PMK nós investimos muito tempo analisando o que torna um apelo de levantamento de fundos mais eficaz. 

Como tornar um apelo realmente bom é crucial para para organizações sem fins lucrativos, para se conectar com os adeptos e inspirar as pessoas a doar. 

Quatro dicas para você pensar quando estiver redigindo ou planejando seu apelo de doação: 

1. O apelo é oportuno? 

Seu apelo precisa ter um senso de urgência para mover os doadores a agir imediatamente, AGORA. 

Diga-lhes o que vai acontecer se eles não puderem atender imediatamente o seu pedido, ou se recusarem. 

2. Seu apelo toca o coração? 

Tenha presente que em fundraising a emoção é um fator importante para a pessoa doar, fazer um esforço. 

Sua argumentação deve inspirar o leitor a ter a mesma preocupação que você tem com aquela pessoa ou aquele projeto que você quer ajudar. 

Por isso, utilize fotos, histórias, testemunhos. Nunca lance mão de recursos falsos. Sua organização deve ter centenas de histórias verdadeiras e emocionantes. 

3. Seu apelo é confiável? 

Uma vez que você inspirou os doadores, comunicou-se com emoção, eles precisam de tranquilidade para seguir com sua doação. 

Construa a confiança nesse relacionamento instituição/doador. 

Inclua depoimentos de pessoas que eles confiam, importantes ou não, de gente que já foi beneficiada, convide seu doador para uma visita pessoal à instituição. 

4. Seu apelo tem que ser tangível. 

O que vai acontecer se alguém lhe doar? 

O que vai ser feito com aquele dinheiro? 

Mostre resultados concretos e o impacto específico daquela doação. Os doadores querem saber se eles podem fazer a diferença. Torne fácil para eles verificarem o efeito de suas doações.


Quer saber mais como escrever mensagens, 
cartas, e-mails com pedidos de doação?

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Era uma vez... o Storytelling


De uns tempos para cá virou moda: todos os profissionais de propaganda e marketing falam exaustivamente da importância do Storytelling para garantir o sucesso de suas campanhas.

No Fundraising isso não é diferente e o tal Storytelling é também um ponto primordial para transformar qualquer comunicação em vencedora... ou perdedora.

Quem sabe inglês olha e fala: "ok, isso significa que eu só preciso contar uma história - story = história; tell = contar. E histórias nós todos temos, não é mesmo?"

Antes fosse tão fácil assim.

Certamente, se eu te pedisse para me contar uma história, as que viriam à sua memória seriam aquelas que lhe marcaram, que mudaram a sua vida ou que demostraram grande superação, talvez algum fato inacreditável que você até hoje busca uma explicação.

Outras histórias que você ouviu (e foram várias) e que não lhe foram relevantes, você não se lembraria. Elas ficaram lá no inconsciente e você, por algum motivo, julgou não serem dignas de serem passadas a diante.

Talvez você até as tenha ouvido, mas não escutou realmente, pois em algum ponto elas se tornaram tão desinteressantes que sua cabeça foi passando pelo que você ia comer no almoço, sua lista de tarefas do dia, etc, etc.

Então, aí está o primeiro desafio: como fazer Storytelling de uma forma que o seu público vá parar tudo o que está fazendo, prestará Atenção (AIDA), se Interessará (AIDA), Desejará guardar na memória (AIDA), e finalmente Ação (AIDA): interagirá com você (conversão) e ainda julgará interessante passar adiante a outra pessoa (engajamento e viralização). 

Pois é, amigos comunicadores: continuam achando o Storytelling algo simples?

Em nossa experiência na PMK, por diversas vezes, nós testamos diferentes abordagens numa mesma peça de comunicação. E, nestes testes, acabamos descobrindo alguns pontos primordiais na hora de escolher a história que iremos contar para nosso público-alvo, de forma a engajá-lo a participar de uma Causa sem fins lucrativos.

Portanto, vamos lhe contar aqui algumas dicas para usar o StoryTelling a seu favor na hora de conquistar possíveis apoiadores ou doadores para sua Associação: 


1) Além de contar, mostre!

Isso mesmo. Se sua campanha for digital, utilize vídeos ou conteúdo multimídia na hora de contar sua história. Um vídeo interessante prenderá muito mais a atenção do que um bloco de texto. Mas, se tiver de usar mala direta, utilize recursos visuais que lhe ajudem a contar a história de forma que os olhos do seu leitor sejam guiados exatamente para os pontos mais importantes de sua narrativa.

2) Interaja com o seu interlocutor, como se ele estivesse na sua frente


Não conte apenas a história sem envolver quem está ouvindo ou lendo. Seu público prestará muito mais atenção se, em alguns pontos, você inserir ele dentro da história, colocando-o no lugar do herói ou do "bandido", por exemplo. Converse com ele, faça perguntas, deixe que ele reflita sobre o que você está dizendo.

3) Pense em quem você quer atingir


Na hora de criar seu Storytelling, lembre-se para quem você está escrevendo ou falando. Muitas vezes histórias que nos interessariam podem não ter o mesmo efeito em nosso público alvo. Se precisar, segmente seu banco de dados e utilize abordagens diferentes com cada segmento.



4) Não se esqueça de seu objetivo de marketing principal


Não adianta nada você contar uma história mirabolante se ela não tiver nada a ver com o seu objetivo na campanha. O Storytelling serve para exemplificar e guiar a mente do seu interlocutor para o seu objetivo final; transformar sua comunicação em imagem mental. Senão, o seu interlocutor vai ouvir, esquecer da história, e não agirá de acordo com o que você esperava. Ou seja: você gastou tempo e talento numa comunicação inútil.

5) Não se perca - história é composta de começo, meio e fim

Como em qualquer livro, você vai precisar estruturar muito bem sua história antes de começar a escrever e prender o seu leitor ou ouvinte a cada ponto, criando momentos de tensão, de curiosidade para saber o que virá adiante, mas sem se perder no meio do caminho. Se complicar demais, ou se ficar chato, ele vai desistir de chegar até o final.

6) Conte uma história e não uma epopéia 


Sua história precisa ser real, trazer dados, ser palpável. Ou seu possível doador vai achar que você está mentindo só para ganhar a doação dele. Ele se sentirá enganado e nunca mais vai querer ler ou ouvir nada seu. Afinal, Fundraising é coisa séria. Diga sempre a verdade e apenas a verdade. Mas utilizar exemplos e suposições para demonstrar a verdade são muito bem-vindos. 


Gostou destas dicas? Comente abaixo suas experiências com Storytelling e... conte-nos sua história. 



Qual Deve Ser o Tom de Sua Comunicação de Fundraising? Agressivo, Suave, Positivo, Negativo?



Deixe seu comentário abaixo. 
Podemos transformar esse espaço num fórum de discussão 
sobre o tema que estamos tratando neste vídeo.


Em Fundraising: S² = 0


Deve-se ser sútil na hora de fazer um pedido de doação? 

Aqui vale a mesma equação dada por Gordon Lewis em suas obras sobre comunicação direta: 

S² = 0 

Sutileza ao quadrado igual a zero. 

Não faça seus doadores adivinhar onde você quer chegar. 

Diga-lhe isso logo na primeira página. Se possível, no primeiro parágrafo de uma carta ou de um e-mail. Lembre-se que ele não está lhe dando toda atenção do mundo enquanto lê o seu texto. 

Você precisa perguntar claramente se ele vai doar, pedir repetidamente, pedir com confiança e paixão. 

Sua causa é muito importante e urgente para você ficar com sutilezas. Seja con-vin-cen-te. 

Ser sutil é o caminho rápido para o fracasso na angariação de doações.